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ESTE É UM TEXTO PRODUZIDO PELA CNBB SOBRE CANTO LITÚRGICO. POR SER TEXTO MAIS LONGO SÓ POSSO PUBLICÁ-LO POR PARTES. SOMOS GRATOS PELA COMPREENSÃO Agradecemos nossa Comissão de Liturgia que nos permitiu divulgar seus textos. Texto da Comissão de Liturgia da CNBB CANTO E MÚSICA NA LITURGIA PÓS-CONCÍLIO VATICANO II *** (CONTINUAÇÃO II) Princípios teológicos, litúrgicos, pastorais e estéticos Texto produzido pelo setor “Música Litúrgica” da CNBB III - Do ponto de vista pastoral: 1) A Música Litúrgica, por um lado, encarna as finezas e cuidados do Bom Pastor para com seu rebanho. Quem exerce algum tipo de ministério litúrgico musical prima, então, por adequar-se à diversidade dos ambientes sociais e culturais, às vivências e contingências do cotidiano, às possibilidades e limitações de cada assembléia. Cabe-lhe, portanto, com sensibilidade e sensatez, não só ajudar na escolha, no aprendizado e na utilização do repertório mais conveniente, mas também cuidar oportunamente da formação litúrgico-musical da assembléia. 2) A Música Litúrgica, por outro lado, reflete aquela solidariedade que caracteriza os discípulos de Cristo na sua relação com toda a Humanidade, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo.Não se encontra nada de verdadeiramente humano que não lhes ressoe no coração. (...) Portanto a comunidade cristã se sente verdadeiramente solidária com o gênero humano e com sua história” 16. 3) A Música Litúrgica, enfim, é fruto da inspiração de quem vive inserido(a) no meio do povo e no seio da comunidade eclesial, em profunda sintonia com o Mistério de Cristo, contemplado, à luz das Escrituras, no dia-a-dia da vida17. Uma música assim produzida leva a assembléia a celebrar, como Maria na casa de Izabel, a ação transformadora e libertadora do Deus-Pastor. O Cântico de Maria, por sinal, cantado todas as tardes no Ofício de Vésperas e no momento da comunhão nas festas marianas, é a grande referência do canto da Igreja, onde cada autor e compositor deveria se espelhar.
Escrito por Dom Paulo Francisco Machado às 09h36
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